sábado, 24 de maio de 2008

Michèlle

Das marcas que meu corpo possui
Todas têm o teu nome
O corte frio da tua lâmina
É o corte que me mata a fome

Nossos desejos se confundem
Mas não se enganam
Misericórdia e perdão
São palavras que os inimigos clamam

ès deusa minha
Inspiração da insanidade
Minha carne lhe pertence
E tua lâmina é minha por toda a eternidade

Se o mesmo sangue compartilhamos
A mesma carne nos mantém
Se juntos somos um só
Separadas não somos ninguém

2 comentários:

Unknown disse...

Dona michelle!!!ela e foda!!

Ro Malet disse...

Pois é Dona Michele virou peso de porta agora. Huhsushsushsushsushsua

Mas amamos-a.